Escuito com insistência estrema Elephant Gun e Beirut em geral. Gosto imenso e sinto a necessidade de os consumir, jantar, de incorporar ao eu esses sons.
Coma no começo dum amor, o exercício de repetiçom fai-se imprescindível para modificar os sucos do cérebro, para ir-se modificando com a música e as carícias de jeito que um dia, inevitávelmente, fai parte de nós a pessoa, a cançom.
Assim ficáromm dentro Marisa Monte, Cesária Évora, Caetano, The Beatles, Sílvio, Tryo, Yann Tiersenn e tantos e tantos discos e livros. Ao poucos decai a frequência da escuita, mas já estám indelévais a marcar o caminho. E permitem o reencontro, e criam umha sede que só cada um deles pode sanar.
Polo de agora, levo meses na fasse de reiteraçom. Beirut fai-se mais umha dessas partes constitutivas do São Tomé.
Das donas que marcam a vida, nada hei dizer, no entanto aqui.

