
Há que amar Mondonhedo, Celanova, Monforte, Ribadavia, Ortigueira, Betanços, Caldas.
Há que ir e olhar e sentir as ruas pequenas, as glórias passadas, as vidas concentradas no espaço e a sempre saudade que acompanha as velhas vilas galegas.
Há que caminhar até o rio de vagar e olhar-lhe as trasseiras às casas, os comércios parados nos anos, as janelas de guilhotina, os lugares abandonados.
E lá querer ficar, por compartir o devalar miudo, a erosom existencial que lhes provocam as corrente, como se nalgum momento tivessem saido do próprio curso e decidissem ficar à margem, onde ainda ressistem.
E como se fosse lá possível ainda se salvar um bocadinho, ralentizar o ritmo, manter os anos amalhoados e i-los ceivando mais aos poucos
embora fosse com o temor da enchente inevitável.


Olás.
Sou eu. A Vanessa do Brasil. Adorei este seu post, e daí não resisti. Resolvi escrever, pois me incomoda infinitamente gostar de ler alguém que sequer eu sei o nome. Imaginma… O seu “nome” é o nome de um personagem!!!! Não sei nem se vc é homem. Ou mulher!!!
De fato, este não saber quem é aquele cujas postagens da internet tanto gosto me enlouquece.
Não é uma cantada de alguém que se apaixonou por um blogueiro, é somente o deabafo de uma leitora que gosta de saber de onde vem a poesia.
Meu email é vanessalinke@gmail.com, meu blog é http://varandaseestradas.blogspot.com/ e meu orkut é vanessa linke (possivelmente terá outra vanessa, eu sou a que tem a foto dos pés), caso tenhas curiosidade ou vontade de avaliar se vc me conta quem vc é ou não.
Até.
ps; belo lugar o da foto.
Comment by vanessa Linke — June 7, 2009 @ 9:53 pm