Estes dias, de jeito inevitável, aparecem na mente os encoros. Seica já até o camposanto de Portomarim está sobre as águas, e as pesqueiras a seco. E lembro daquela vissita que figémos à aldeia deserta.
Hoje, a maiores, comprovo como sim que era certa aquela ideia minha de que os encoros mergulham aldeias e criam lendas. Nisso é fértil o da Fervença. É lá também onde os vizinhos fam umha festa na ilha pequena que ficou.
Mundos mergulhados nos que contestamos a morte com festas e histórias.

