Trapobana nom é que nom a haja, o que se passa é que é navegante, e hoje está cá e manhá acolá...
Álvaro Cunqueiro Si o vello Sinbad volvese ás illas

November 9, 2005

Um bocado de menta [Na ilha] — São Tomé @ 12:51 pm

Acho que nom é difícil se decatar, a pouco que se olhe e se fale com ela,
que Consuelo garda nos olhos um bocado de menta.
Há ser essa erva segreda a que lhe achega o ar de manhá que tem
e que nom lhe passa (por fortuna) cos anos.
É assim que supom às vezes o encontrá-la
um grolo de água fresca no dia.
Deste jeito, entre idas e vindas, ocupações e tempos,
fago por respirar-lhe um bocado algumha vez no ano.
Polo momento manteho, coma plantada num testo, a eterna cita de Barcelona
agardando que se institua quando menos em tradiçom
e que ajude também as outras ervas aromáticas que roldam a casa
a lhe dar à vida um arrecendo a começo contínuo de viagem.

2 Comments »

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  1. así é. menta e regaliz, a flor da alegría.

    Comment by aqui — November 9, 2005 @ 6:16 pm

  2. oh…. eu tamén coñezo esa flor…!

    Comment by flor de lis — November 11, 2005 @ 1:13 pm

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