A lista de lugares é ampla, e volto canso (A Frouxeira, Vilar de Donas com Cunqueiro, Ribadeo, Foz, ruínas de fábricas, ruínas militares, Estaca de Bares, Viveiro, Cunqueiro, Sargadelos, Catedrais, Cunqueiro, beijos e jantares e beber de mais um bocado, céus amplos, luas vermelhas e volto canso).
Entom finalmente, enquanto tu falas ao fundo por telefone e fago umha parte da ceia, vem aos meus beiços a segunda estrofa e mentres ferve a auga, achego-me à fiestra onde o céu colhe o azul do tempo de agosto e canto-lhe à noite, canto-lhe ao mundo coma se fosse umha cançom de embalar para que continue a se portar bem, para que acougue e nos deixe viver e descansar novos intres coma estes.
Adeus, estrela brilante
Companheirinha da lua
Moitas caras tenho visto
Mas como a tua nengumha
Adeus lubeirinha triste
De espaldas te vou mirando
Nom sei que me queda dentro
Que me despido chorando
(nano nonai nonai nonai no naino
nano nonai nonai nonai ni nai no…)
(Afinal lembro também quê especialmente ajeitado é o título para a época. Achega-te a mim, Maruxa. Faga favor.)


Gostastes das nubes da Mariña? Mira que non querer quedar ao San Roque…
Un bico ata prontiño.
Comment by aqui — August 23, 2005 @ 11:30 am
e nom iamos gostar! Afinal chegamos a Viveiro já cum aquel de atrasso e nom deu para parar. Agargo que dea você também sinais de vida em breve. apertas.
Comment by São Tomé — August 23, 2005 @ 12:45 pm
testcomment856
Comment by testanchor323 — October 16, 2005 @ 2:22 am