Ao longo de mais um dia estranho enchoupado de abril, as sensações variam coma o tempo. Desde a gana de se mergulhar num claustro do final da manhá, até umha certa sensaçom de abandono em diversos momentos da tarde. Calma ao olhar o sol que aparece. Um bocado de agóbio, ilussões sinceras polso bons projectos e um calma final. A vissita nocturna dun mosquito encarrega-se de me lembrar mais aspectos da primavera.
Afinal a vida é complexa nestes días e preciso lembrar-me que som a minha própria medida.
Lembram-em que a época é, lá na China, considerada do elemento madeira, que afecta especialmente ao fígado e que a sensaçom associada a ela é a ira. Como controlam estes cabrons.
Enquanto almorço, olho a capa de “Os combates cotiáns”, mais dumha dessas BDs francesas sobre a vida cotiá das que tanto gosto. “Tudo é melhor contigo que sen ti”, di o protagonista a certa altura. E nom lhe falta razom.
Aferramo-nos a esse tipo de cousas pequenas. Olhamos a paisagem cotiá. Ficamos em paz.

